oalmirante @ 12:17

Qui, 28/04/11

Ermesinde, 28 de Abril de 2011

 

O desemprego jovem cada vez atinge proporções mais preocupantes, mas é necessário a classe política verificar as suas causas e não fechar os olhos aquilo que é da sua área de competências. Não adianta insistir mais no factor educação, porque isso todos sabem que em comparação com o resto da Europa é má, conquanto tenhamos que admitir que desde o 25 de Abril melhoramos significativamente as condições de ensino.

O problema mais uma vez tem origem na falta de crescimento económico e das progressivas medidas contra a estabilidade no emprego. Um jovem naturalmente salta de emprego em emprego, como em qualquer outro país, mas em situação de dificuldade é inadmissível que as empresas dispensem trabalhadores, para outra “fornada” entrar, mesmo quando isso não representa nenhuma redução de custos. Os contratos de trabalho apenas asseguram uma das partes, já nem mesmo temporários alguns são, e isso no momento actual não pode transmitir grande segurança ao trabalhador, principalmente quando se encontra numa situação mais delicada da sua vida profissional.

Por isso, falar em mais Estado Social no Portugal de hoje é não conhecer as condições de trabalho de muitos trabalhadores. Combater a flexibilização laboral é puro eleitoralismo. O que é preciso é uma economia a crescer e com medidas que tragam confiança aos trabalhadores e ajudem as empresas a dar a formação profissional que o Estado já não sabe dar.




oalmirante @ 00:59

Qui, 28/04/11




oalmirante @ 00:42

Qui, 28/04/11

Ermesinde, 28 de Abril de 2011

 

“A pretensão essencial do fundamentalista é que ele sabe o que é a verdade”. É a primeira frase do segundo capítulo do livro que actualmente estou a ler, A Alma Conservadora, de Andrew Sullivan. O poder desta frase deixou-me enredado numa fé que desconhecia, o ateísmo. Não deixa de ser uma fé, pelo simples motivo que tal como qualquer outra religião nos impõe uma “verdade” que aparentemente não permite a dúvida, e leva-nos a convencer os outros da nossa verdade. O que é uma tendência natural e que tem que ver com o processo de socialização do ser humano.

O ateísmo liberta-nos do fardo de uma conduta escrita num livro e deixa toda a consciência à nossa responsabilidade, não possuímos uma base teológica que condicione entre aquilo, que um livro cheio de incoerências, classifica de bem e de mal. Conquanto, o peso da dúvida é uma “dor” pesada, é consequência de não aderir a algo que nos esclarece o impossível e tranquiliza, quanto ao que virá depois da morte. Porém, as perguntas não deixam de surgir, por muito que acreditemos que tudo não passará de um sono profundo sem sonhos.

Actualmente, e estando esta “fé” muito em voga, não podemos permitir que à semelhança dos grupos extremistas, que têm a sua origem na ameaça que outras culturas fazem à sua própria cultura, como foi o exemplo das fogueiras da inquisição, dos grupos radicais islâmicos, do holocausto e da purga no Partido Comunista Soviético, nos afundemos no nosso próprio fundamentalista.

“A maior parte das pessoas no Ocidente não que acreditar que o fundamentalismo religioso é a força principal por detrás da onda de terror islâmico que se transformou numa praga no mundo do novo milénio. Querem antes acreditar que a sua violência psicótica é consequência de uma distorção da fé fundamentalista, em vez de a ver como a sua consequência extrema e última.”

Uma das pedras basilares da nossa fé é a liberdade e o respeito que temos para com as convicções dos outros.




oalmirante @ 00:41

Seg, 11/04/11

 

Um livro que acabei de ler há poucas semanas e que encheu as minhas medidas. “Continuem a Moer-lhes o Juízo” é uma obra de Sir Martin Gilbert, biógrafo oficial de Winston Churchill, que nos dá a conhecer a brilhante liderança de Churchill durante a Segunda Guerra Mundial. O papel que a “Informação” teve para a Inglaterra durante a Segunda Guerra Mundial é um factor várias vezes mencionado, e um dos segredos da vitória Britânica e consequente derrota da Alemanha Nazi.




oalmirante @ 15:46

Sex, 08/04/11

"Nós vamos continuar o nosso destino e o nosso destino é vencê-los"

 

 

Completamente afastado da actualidade política, apenas consigo ler a secção de desporto do JN. É a única que me dá alegrias. Nunca pensei que a ignorância me pudesse trazer tanta satisfação.



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"We shall go on to the end, we shall fight in France, we shall fight on the seas and oceans, we shall fight with growing confidence and growing strength in the air, we shall defend our Island, whatever the cost may be, we shall fight on the beaches, we shall fight on the landing grounds, we shall fight in the fields and in the streets, we shall fight in the hills; we shall never surrender (...)"

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