oalmirante @ 14:42

Sex, 15/07/11

Porto, 15 de Julho de 2011

 

Não tenho acompanhado com muita atenção as directas no PS, mas o pouco que tenho visto deixa-me impressionado, não só pela profunda vacuidade do debate de ideias, que começa a assumir contornos preocupantes dentro dos dois maiores partidos portugueses, problema ao qual Pedro Passos Coelho foi muito sensível, como demonstrou através do GENEPSD e da composição do executivo.

Contudo, o que me deixa mesmo surpreso é o modus operandi do PS nestas suas eleições internas. Para ver se entendemos: António José Seguro foi dentro do próprio partido, nos últimos 6 anos, um perceptível opositor a José Sócrates, assumindo a linha mais esquerdista do PS, associou-se a figuras como Manuel Alegre e Ana Gomes. No entanto, em cenário eleitoral defende um novo ciclo, mas aparece rodeado por todo o “aparelho” de José Sócrates, que ele próprio tinha vindo a criticar até dia 5 de Junho. Por seu lado, Francisco Assis ex-líder parlamentar e ideologicamente mais próximo do PS de José Sócrates, o mais centrista desde 19 de Abril de 1973, aparece enquanto candidato “anti-apalhero”. Não entendo… mas parece que foi destapado um grande ninho de ratos no Largo do Rato.

 



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"We shall go on to the end, we shall fight in France, we shall fight on the seas and oceans, we shall fight with growing confidence and growing strength in the air, we shall defend our Island, whatever the cost may be, we shall fight on the beaches, we shall fight on the landing grounds, we shall fight in the fields and in the streets, we shall fight in the hills; we shall never surrender (...)"

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