oalmirante @ 23:16

Seg, 30/01/12

A Alemanha, 67 anos depois do fim da Segunda Guerra Mundial, retoma os seus ímpetos “expansionistas”. A vontade de Angela Merkel para que a Grécia abdique da sua soberania orçamental é absolutamente lamentável e perigosa. Contudo, conta com a incompetência cooperante de Nicolas Sarkozy, o actual Marechal Pétain, e a despreocupação de David Cameron, enquanto Neville Chamberlain.

Assim, a Europa à semelhança de outros tempos conta com uma França subserviente às políticas alemãs, mas desta vez com uma Grã-Bretanha isolada e afastada dos problemas da Europa.

Austeridade tem sido a receita ditada por Berlim para manter os seus quintais europeus. E as sucessivas Cimeiras em Bruxelas não passam de meros paliativos, por isso mesmo.

Ao que a Portugal diz respeito, e concordando que a crise estrutural que assola o país, contribuio de forma dramática para a actual situação, começa a parecer obvio que necessitaremos de um segundo resgate. Mesmo que Passos Coelho insista que não, isso já não depende dele, nem da sua boa vontade.

A crise do Euro culminará invariavelmente numa catástrofe…



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"We shall go on to the end, we shall fight in France, we shall fight on the seas and oceans, we shall fight with growing confidence and growing strength in the air, we shall defend our Island, whatever the cost may be, we shall fight on the beaches, we shall fight on the landing grounds, we shall fight in the fields and in the streets, we shall fight in the hills; we shall never surrender (...)"

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